sábado, 13 de novembro de 2010

Resgate da História da Cidade Operária – Parte III

O ônibus amarelo é um dos símbolos do conjunto

A título precário e em caráter emergencial, o então prefeito Jackson Lago autorizou a entrada a entrada de vária empresas a exemplo da Primor, Gonçalves, Taguatur e outras a circular no bairro até que os donos do monopólio, ampliasse a frota. A melhoria destes serviços aconteceram de forma lenta.

No final do ano de 1999, o prefeito autorizou a entra de empresas para substitui os 36 onibus da empresa JULLE, por irregularidade citadas durante a CPI do Narcotráfico.

Do ano de 1998 até 2002 a situação normalizou decorrente de outros fatores: o surgimento e crescimento da Cidade Olímpica, a maior área de ocupação do Brasil, o funcionamento do hospital Socorrão II e a pavimentação da estrada da Mata que beneficiou diretamente mais de 50 mil habitantes.

A Cidade Operária quer as linhas de ônibus própria de volta

A partir de 2003 com a extinção de linhas próprias a Cidade Operária transformou-se em um imenso corredor de ônibus que servem outros bairros mudando a rotina das pessoas que passam o maior sufoco,em longas caminhadas, enfrentando uma longa espera de ônibus superlotados vindos de outros bairros. O povo manifesta: QUEREMOS NOSSOS ÔNIBUS DE VOLTA.

A comunidade da Cidade Operária aguarda com muita paciência que o poder público municipal e o consórcio do sistema integrado de transportes coletivos levem em conta as necessidades do povo. A situação precária dos serviços oferecidos ao bairro Cidade Operária tem mudado a rotina das pessoas que precisam levantar mais cedo, fazer longas caminhadas, passar por um verdadeiro sufoco, por uma longa espera para chegar a escola ou ao trabalho.

O momento crítico começa apartír das 6h20 até as 7h20, nos horários de pico os moradores se aglomeram nas paradas, esperando os ônibus que vem de outros bairros (já que a comunidade possui uma única linha com quatro ônibus) a maioria chegam completamente lotados, e passam direto para o terminal; fazendo literalmente de nossas avenidas de um imenso corredor de transportes.

A partir das 7:20 a situação ameniza, dá pra ter vez e se acomodar nos ônibus superlotados; é comum a qualquer usuário chegar atrasado a seu destino.

Em reunião com o Secretário Municipal de Transportes Coletivos o eng° Dr. José Ribamar Oliveira, manifestamos em sugerir ao Prefeito João Castelo em instituir através de decreto a título precário e emergencial, que o Consórcio de Empresas amplie a frota de coletivos na Cidade Operária e em seu entorno. Considerando que esta comunidade não possui linha própria. Já estivemos em duas oportunidades com o Secretário em 06 de julho e em 31 de agosto deste, ano no seu gabinete, ficando acertado o retorno para anunciar as decisões tomadas no tocante à proposta de pauta apresentada.

É do nosso conhecimento que constam no mapa que treze linhas de ônibus passam pela Cidade Operária num total de 134 ônibus. Ficamos surpresos com os números apresentados que seriam suficientes para atender tranquilamente mais de 50 mil usuários diariamente. Esperamos que nos horários de pico coloquem ônibus suficientes para atender a demanda.

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